Paulo Roberto é Pedagogo, Sindicalista e Petista.

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Dever cumprido é fruto da ousadia de um velho militante das lutas democráticas e sociais do nosso Brasil, que entende que sem uma interação rápida, ágil, eficiente e livre com o que rola pelo mundo, a democracia é pífia.

sábado, 29 de maio de 2010

Sinpro Baixada e Sinpro NNF se reunem


Os diretores do Sinpro Baixada, Nivaldo Pinto, Jorge Machado e Eduardo Monteiro  e os diretores do Sinpro NNF, este blogueiro e  Leonardo Valadão Lopes,  se reunem durante o XIV CONSIND ( Conselho Sindical), realizado pela CONTEE na cidade de São Paulo nos dias 29 e 30 de maio de 2010,  para discutir e traçar plano de ação conjunto no que tange às questões pertinentes aos embates com a Universidade Iguaçu.  A referida  instituição vem proporcionando, aos olhos de toda a sociedade,  um dos maiores absurdos no eixo da educação.  Este quadro convergiu para o concenso da necessidade de ações estratégicas compartilhadas e desenvolvidas em conjunto pelos citados sindicatos dos professores. Fica desde já estabelecido canal de comunicação permanente e prioritário para definição e execução de atos e ações referentes à Universidade Iguaçú. JUNTOS SOMOS MAIS FORTES! 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Nova assembléia dos professores da UNIG dia 02/06/2010

Peço desculpa pelo erro na data da assembléia, vale a do edital, 02/06/2010
Este é o teor do edital, que está sendo publicado na edição de hoje do Jornal O Diário do Noroeste, convocando os professores da UNIG para uma nova assembléia que acontecerá no dia 02/06/2010, próxima quarta feira as 13h:30min., lá no salão do prédio do SINPRO NNF.

EDITAL


A Diretoria Colegiada do SINPRO – Sindicato dos professores do Norte e Noroeste Fluminense, no uso de suas atribuições estatutárias, CONVOCA seus filiados e membros da categoria de professores da Educação Superior da UNIG CAMPUS V - Itaperuna para a Assembléia Geral Extraordinária, a ser realizada no Auditório do Edifício Poli-Ceter, Rua Tomás Teixeira dos Santos, 98 Cobertura, Cidade Nova, Itaperuna, no dia 02 de junho de 2010, às 13 horas em primeira convocação e às 13h30min em segunda e última convocação, com qualquer número de presentes, trinta minutos após a primeira convocação, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia:
1)                      Apresentação, discussão e aprovação de proposta de greve por tempo indeterminado ou paralisações temporárias até que a UNIG CAMPUS V – Itaperuna ponha em dia o pagamento de salários atrasados de 2010 e cumpra todos os itens pendentes dos acordos judiciais firmados entre a Universidade e o SINPRO NNF em 04/05/2010 e em 26 de novembro de 2008 referentes ao processo 01096-2007-471-01-020-2. Dentre eles:
a)     Pagamento de multas por atraso de salários de 10% no primeiro mês de atraso e de 0,33% ao dia até o respectivo pagamento.
b)      Pagamento de multas por atraso de salários de 20% Sobre os salários pagos em atraso de março e abril de 2010..
c)       Celebração de acordo coletiva a partir de março de 2009.
2)                      Deliberação quanto à instauração de Assembléia Geral Permanente, abrangendo, o ensino superior da UNIG CAMPUS V – Itaperuna, até que se ponham em dia os salários e se cumpram todas as pendências dos acordos judiciais firmados entre a Universidade e o SINPRO NNF em 04/05/2010 e em 26 de novembro de 2008 referente ao processo 01096-2007-471-01-020-2.
3)                      Discussão de novas ações cabíveis junto a justiça e ao ministério público e a sociedade em geral.
4)                      Assuntos Gerais;


Itaperuna, 29 de abril de 2010

Diretoria Colegiada do SINPRONNF

Notas do Blogueiro:
  1. A categoria só não deflagrará uma nova greve caso a UNIG pague os salários de abril ao restante dos professores lotados no CAMPUS V, do jeito que está definitivamente não pode continuar, tem professores que ainda não retornaram da greve encerrada dia 20/05 por não terem dinheiro para chegar a Itaperuna, outros por absoluta falta de condições psicológicas. O quadro continua gravíssimo e ninguém consegue ter cabeça para dar uma aula minimamente decente nessa situação. Resultado, com greve ou sem greve o estudante sai perdendo, então...
  2. Se alguém está preocupado com uma nova greve, então, vamos juntos apertar o Sr. Antonio José Filho, que está agora morando em Itaperuna e diariamente no CAMPUS.
  3. A reunião que 4 diretores do SINPRO NNF tiveram com o Sr. Antonio José no dia 26/05, foi convocada por ele, para nos dizer que estava pagando a todos naquele dia, inclusive os professores da medicina. Porque será que ele fez isso? Eu particularmente não entendi nada.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

UMA TRISTE PALHAÇADA





 Literalmente estamos num triste picadeiro, só faltava essa, ninguém pediu nenhuma reunião com eles. Chamarem agente para uma brincadeira de péssimo gosto desse tipo.

 Comentário postado no blog:
anônimo disse...
Eithaaaaaaaa...Essa UNIG se cobrir vira circo, se cercar vira hospicio....kkkkkkkkkkk”

Revendo posição. Comentário postado no blog e rechaçado pelo blogueiro:
anônimo disse...
Paulo Roberto,
Sugiro que se faça uma campanha entre os professores da UNIG, mesmo sem receberem os salários, mais cada um ajudando um pouco e se compre quantos vidros puderem de ÓLEO DE PEROBA e o sindicato mande para o Antonio José, para manutenção de sua cara de pau.”
Hoje acho que o anônimo tem razão, virou palhaçada.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

SERÁ QUE VAI?


Bem pessoal, como prometi, às 8 horas já estava no CAMPUS, conversei com vários professores e também com o Sr. Antonio José Filho dele ouvi o seguinte: - Fique tranqüilo, hoje resolveremos tudo, sai o pagamento de todos os que faltam e meu pai esta chegando às 13 horas com o Dr. Aluisio (Aloísio Gama, presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro e marido da prefeita de Nova Iguaçu professora Sheila Gama), quer ter uma conversa com o Sindicato.
Depois soube que o Sr. Antonio José e o Dr. Aloísio Gama estavam tentando agendar um almoço do o Dr. Eugenio Carlos, mais como Dr. Eugenio tinha uns procedimentos cirúrgicos agendados até as 13h:30min, declinou do almoço e agendou uma reunião para o inicio da tarde.
Às 15 horas, nos reunimos com o Sr. Antonio José e Antonio José Filho. Pelo SINPRO além de mim os professores Robson Terra, Nicanor e Celso Nunes. Na pauta:
1.                 Interlocução com a UNIG; ele nos informou que o seu filho já está morando em Itaperuna e todos os assuntos devem ser tratados com ele diretamente.
2.                 Pagamento e cumprimento de acordos; todo o pagamento de abril será concluído hoje 26/0520. E não haverá atraso na agenda futura.
3.                 Acordo coletivo da categoria; o SINPRO deverá apresentar uma pauta com a correção dos últimos 24 meses, até março de 2010 e iniciarmos as negociações.
4.                 Passivo trabalhista; deveremos fazer um corte de 2008 para traz e de 2009, começarmos a negociar pelos mais recentes, 2009. 2010 serão conforme acordo judicial de 04/05/2010.
5.                 Imposto Sindical; a UNIG sempre recolheu dos professores e nunca repassou para o SINPRO NNF, será feito um levantamento e providenciado o acerto.
Protocolaremos hoje na justiça do Trabalho mais uma petição comunicando o não cumprimento de mais esse acordo, pagamento nos dias 25 e 26/05/2010, já que a parte do dia 25/05 não foi cumprida.
Embora uma nova greve não possa ser definida a principio, se o comportamento da UNIG não mudar, isso é, se não pagarem os salários dos professores e não cumprirem os acordos, o SINPRO se obriga a publicar um novo edital, ainda essa semana, convocando os professores para uma nova assembléia onde definiremos os rumos a serem tomados.
A assembléia para deliberar por uma greve tem que ser feita 48horas após a publicação do edital. Para que se publique o edital, temos que envia-lo a redação do jornal, até as 12horas do dia anterior a sua publicação. Na expectativa de garantirmos uma grande presença nessa assembléia, estarei conversando hoje com os professores e analisaremos o melhor dia e horário para a convocção. Aceitamos sugestões. 

terça-feira, 25 de maio de 2010

E AGORA A. JOSÉ? A FESTA ACABOU.


Puxa vida, mais uma vez a UNIG.
Ontem passei parte da manhã na Universidade e conversava com o professor André Monteiro, embora ele se esforçasse para mostrar otimismo eu percebia que algo ia mal. No inicio da tarde estive com o professor Celso Nunes ele era só otimismo quanto ao cumprimento do acordo, no final da tarde quando voltei a Universidade e vi o jovem empresário Antonio José, não sei se filho ou Junior, mais o filho do “velho” novo dono da UNIG Sr. Antonio José, andando todo o CAMPUS ladeado pelo professor André Monteiro. Aí pensei com os meus botões: - O cara não é maluco de mandar seu filho para Itaperuna, para assumir a direção geral do CAMPUS V, sem que cumpra o pagamento previsto para hoje.
Bem, pra variar a UNIG não cumpriu e ninguém falou nada. A diferença é que agora temos uma interlocução, o filho do homem está aí, chegou de mala e cuia, para acampar e tomar conta do CAMPUS, daqui a pouco às 8 horas estarei em sua porta para ouvir o que tens a dizer, e informarei aqui no espaço.
Quanto a minha promessa de postar a cópia do acordo assinado pelo Sr. Antonio José e homologado na justiça do trabalho prometendo pagamento para hoje, cabe dois esclarecimento:
1.      Na segunda feira precisei ir a Campos, previa chegar ao inicio da tarde, mais não deu, só cheguei à noite.
2.      Ontem procurei o documento com nossa advogada a Dra. Claudia, ela me informou que havia protocolado o original na justiça e não tinha mais cópia, as que tínhamos ficou com os professores presentes na ultima assembléia do dia 20/05/2010. De qualquer forma estou postando a petição que encaminhou o referido acordo para homologação e em breve o postarei.
Até breve.
Alguns endereços para monitoramento da categoria:
            Meu twitter: http://twitter.com/paulorobertopg
Blog do SINPRO NNF:http://sinpronnf.blogspot.com/
Twitter do SINPRO NNF: http://twitter.com/sinpronnf

PROFESSORES TERÃO EXAME PARA INGRESSAR NA CARREIRA


    Está aberta uma consulta pública para a criação de um Exame Nacional para a seleção de professores para a rede pública de ensino. A proposta é fazer uma espécie de Enem para o magistério.
   "Portaria publicada nessa segunda-feira (24), no Diário Oficial da União, instituiu o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente. A prova, que será realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), avaliará os profissionaisque tenham concluído ou estejam concluindo cursos de formação inicial para a docência e que desejam ingressar na carreira do magistério."
    Para ingressar na profissão agora será avaliado o quisito conhecimento, pois muitosprofissionais que atuam na área educacional entram só porque, ainda não tem noção de qual carreira seguir e com esse pensamento escolhem ser "professor",  não se dedicam e nem se preocupam em se atualizar. Todos os dias surgem novos assuntos e se o educador não se interessar ficará difícil de acompanhar as novidades.
    Ser Mestre, é muito mais que só ensinar e "passar" conhecimento, precisar ter muito jogo de cintura para lidar com diversas situações difíceis e inimagináveis.
    Ser Educador um bom educador  é necessário ter uma pitada de carinho, respeito, paciência e muito, muito Amor, as vezes é preciso ser até Psicólogo, para entender a necessidade de cada aluno.
    Todos os que desejam entrar nessa linda profissão, devem ter a consciência de que o trabalho é árduo, porém as recompensas são impagáveis.

Fonte: emquestao@secom.planalto.gov.br

Dilma-Lula já faz Serra mudar discurso

22/05/2010 - 10:52
Balaio do Kotscho

 

 Mais do que o empate (37 a 37), com a subida de Dilma e a queda de Serra, agora finalmente admitido também pelo Datafolha,  foi a imediata mudança no discurso do candidato tucano que mais me chamou a atenção no noticiário político deste sábado.
Ao mesmo tempo em que se consolida a imagem de Dilma-Lula, acaba a versão “Serrinha Paz e Amor”, com elogios a Lula e ao governo, adotada pelo PSDB desde a largada para as Eleições 2010. Ontem à noite mesmo, certamente já sabendo dos números do Datafolha, Serra voltou ao figurino original.
Atacou duramente o PT e até colocou em dúvida a existência de Deus: “Se aquele que era o guardião da moral, da ética, do antipatrimonialismo toma outro rumo, o rumo oposto, para muita gente Deus morreu”. Se falar em “momento mais patrimonialista da nossa história” vai ou não lhe render votos, não se sabe, mas é certo que daqui para a frente o tom será outro.
Em encontro com seus aliados do PPS de Roberto Freire, na noite de sexta-feira, Serra saiu dos cuidados recomendados por seus marqueteiros e criticou duramente a política econômica, um dos esteios da popularidade do presidente Lula, que bateu novo recorde no Datafolha (foi a 76%):
 “Nós estamos voltando rapidamente a um modelo (voltado exclusivamente para o setor agrícola para exportação) que não atende à demanda de emprego que o país possui. Nós precisamos de uma economia que desenvolva não apenas o setor primário”.
 O que aconteceu, afinal, para justificar esta guinada dos resultados do Datafolha e, em consequência, do discurso do candidato da oposição? Segundo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, foi a televisão:
“O principal fato que pode ser apontado como responsável por essa alta da candidata é o programa partidário de TV que o PT apresentou recentemente” .
Sem tirar o mérito do competente programa do PT criado por João Santana na semana passada, em que o presidente Lula apresentou Dilma Rousseff como a sua candidata para dar continuidade às políticas do governo, o fato é que esta identificação por parte do eleitorado era só uma questão de tempo, como já vinha sendo mostrado pelas pesquisas Vox Populi e Sensus, divulgadas anteriormente. O programa serviu para apressar este tempo, antecipar uma tendência.
Na minha recente viagem pelo Nordeste, deu para perceber nas conversas com eleitores, principalmente nas cidades mais pobres do sertão, que muita gente ainda não sabe nem que teremos eleições presidenciais em outubro, muito menos quem são os candidatos. Alguns chegaram a falar vagamente que votariam na “mulher do Lula”, sem saber de quem se trata.
Se na pesquisa estimulada do Datafolha os dois principais candidatos chegam ao final de maio em situação de empate, abriu-se para cinco pontos a diferença na espontânea, agora fora da margem de erro: Dilma foi de 13 para 19, enquanto Serra subia de 12 para 14. Acrescente-se a isso o fato de 5% dos eleitores ainda terem intenção de votar em Lula, mais 3% que querem votar no “candidato de Lula” e mais 1% no “candidato do PT”.
 Somados estes votos, que fatalmente irão para Dilma, quando todos forem informados de que ela é a candidata de Lula, a ex-ministra já poderia estar com 28% na espontânea neste momento.
 Pela primeira vez, o Datafolha só trouxe notícias boas para Dilma e péssimas para Serra. Na rejeição, o índice de Dilma caiu de 24 para 20%, enquanto Serra subia de 24 para 27%. Na projeção de segundo turno, em que a pesquisa anterior, de abril, apontava uma diferença de 10 pontos a favor de Serra (50 a 40), agora Dilma aparece um ponto à frente (46 a 45).
Mais à vontade no papel de candidata, com menos gente dando palpite e falando em nome dela no comando da campanha, como eu já havia constatado no post anterior (“Virou de novo vento da campanha eleitoral”), tanto nos números das pesquisas como na sua atitude diante das platéias, Dilma inverteu os papéis com Serra, que começou melhor na largada, mas agora vai ter que rever toda sua estratégia.
 É disto que falaremos nos próximos dias. Agora, será a vez de Serra e seus aliados ocuparem a televisão. Se o programa do PT se preocupou apenas em fazer de Lula o grande cabo eleitoral de Dilma, o que poderá dizer o programa do DEM na próxima semana?
 Que Serra é o candidato de Rodrigo e Cesar Maia? Ou o PPS dirá que Serra é o candidato de Roberto Freire? E o do PSDB? Dirá que Serra é candidato de quem? Do próprio Serra, já que não é recomendável lembrar de FHC?
 A campanha do candidato da oposição, que parecia caminhar tão bem, segundo o noticiário político, chega a uma encruzilhada. Já que não convém bater em Lula e no governo, que são rejeitados por apenas 5% da população, segundo o Datafolha, a única esperança de apresentar um fato novo na campanha para reverter a “onda Dilma”,  que já começa a se formar, será convencer Aécio Neves a aceitar o papel de vice. Mesmo que ele aceite, o que parece improvável, já pode ser tarde demais.
 Em campanhas presidencias, quando se começa a formar uma onda, como aconteceu com Fernando Henrique Cardoso e seu Plano Real, em 1994, ou com Lula e seu grito de mudança, em 2002, fica muito difícil detê-la. Os números das últimas pesquisas, confirmados agora pelo Datafolha, mostram um quadro que pode se tornar irreversível à medida em que o eleitorado tomar conhecimento de quem é candidato de quem e o que cada um representa.

sábado, 22 de maio de 2010

Colocando pingo nos is.


Fechando, pelo menos por ora, o assunto UNIG, a primeira coisa que tem que ficar claro para todos os leitores deste blog é que uma conjuntura pode e deve ser analisada de vários ângulos:
  • A greve de 25 dias dos professores da UNIG, assim como todos os movimentos sociais, não deve e não pode ser avaliada apenas com base na questão econômica. Esse é um equívoco que pode ser cometido por algumas pessoas com pouca vivência de movimentos sociais.
  • Iniciar uma greve não é uma tarefa das mais difíceis. Difícil, isso sim, é segurar um desgaste de uma greve longa, onde os principais atores abandonam a liderança, conforme reclamado em várias postagens aqui no blog. Não nos iludamos! Participar por e-mail, por telefone e por postagem em blog é fácil, mas fazer avaliação da conjuntura, ter que decidir sobre ela sem condições de troca de idéias com os atores principais, e ter diariamente que atender dezenas de telefonemas, assim como responder aos e-mails e ler centenas de comentários no blog, sendo alguns deles descabidos, isso não é fácil.
  • Nosso objetivo ao deflagrarmos essa greve, era o recebimento de dois salários conforme prometido pelo Sr. Antonio José no dia 15/04/2010 em reunião com os professores e não recebermos toda a dívida, conforme alguns, para desqualificar o movimento, estão cobrando. O recebimento dos dois salários, que motivaram a greve, está hoje compromissado através de homologação em juízo para o dia 26/05/10, o que consideramos resultado positivo do movimento.
  • Outro aspecto importante é que a partir de nossa greve alteramos as estruturas da Universidade e a partir de segunda-feira, dia 25/05, o CAMPUS V será gerido por 3 diretorias, sendo uma acadêmica, uma administrativa e outra financeira. O proposto é que essas diretorias trabalhem harmonicamente e tenham como principal objetivo definir o destino dos recursos aqui arrecadados, tendo como prioridade pagamento de salários a professores e funcionários.
  • Outro ponto de fundamental importância nessa conjuntura são os nossos estudantes. Se não buscássemos uma saída, como ficaria o pessoal de últimos períodos? Algumas formaturas marcadas, alguns formandos com propostas de trabalho, etc. E no todo, é preciso preocupação com tempo hábil para fechamento do período do conjunto dos estudantes. Afinal, são eles, com suas mensalidades, que mantêm a universidade de portas abertas. Não podemos fazer comparação de greves em universidades públicas com universidades particulares, uma vez que as fontes mantenedoras são completamente diferentes.
Temos na UNIG aproximadamente 260 professores e em nossa maior assembléia assinaram a lista de presença apenas 45 professores, ou seja, menos de 20% dos envolvidos. Sei que muitos moram fora de Itaperuna e já não têm como gastar para vir à cidade e que outros têm trabalhos de onde recebem em dia não podendo, portanto, se ausentar dos mesmos. Considerando estas questões, para tentar viabilizar uma maior participação, fizemos assembléias em horários diversos: às 8 horas, às 13 horas, às 15 horas, às 18 horas e às 19 horas. Ainda assim, a participação efetiva foi pequena.
Outra questão que se faz necessário esclarecer é o fato de que algumas pessoas estão tentando desqualificar a nossa assembléia. Alguns estão dizendo que não houve votação; outros que a votação foi sob pressão; e ainda outros dizendo que cheguei com um monte de documentos assinados para obrigar a assembléia a votar pelo fim da greve.
Os argumentos que buscam desqualificar a assembléia estão, infelizmente, sendo usados pelos que se incluem entre os cerca de 80% de ausentes à última assembléia e que com suas ausências delegaram aos presentes o destino do movimento. Para buscar dirimir as dúvidas e por um ponto final nesse assunto, faço alguns esclarecimentos:
  1. A assembléia foi presidida pelo professor Robson Terra, coordenador do SINPRO NNF;
  2. Houve votação e com muita transparência. Não havendo proposta de continuidade da greve, o prof. Robson pediu que levantassem as mãos aqueles que votavam pelo fim do movimento - A esmagadora maioria dos professores (presentes) levantou a mão. Quando perguntado se havia alguma abstenção, ninguém se manifestou.
  3. Quanto aos ditos “papéis assinados”, o que levei para a assembléia foi: 3 folhas de lista de presença; uma intimação  recebida do Ministério Público, quando saía do SINPRO para ir para assembléia, pedindo esclarecimento sobre a greve; e o original e duas cópias do documento assinado pelo Sr. Antonio José, que foi homologado na justiça do trabalho, se comprometendo em pagar o mês de abril em 25 e 26/05/10, sendo esta última data apenas para os professores do curso de medicina. A cópia deste último documento foi disponibilizada e esteve nas mãos dos participantes da assembléia.
  4. Quanto a dizerem de “voto sob pressão”, eu não consigo imaginar como isso poderia se dar. Só mesmo quem não está acostumado a participar de decisões coletivas é que pode especular com um argumento desta ordem. Alguém forçou as pessoas a levantarem o braço? Se isso ocorreu não foi por orientação dos diretores do SINPRO NNF.
Para finalizar, volto a fazer as minhas análises. Numa reunião que o Sr. Antonio José teve com o Dr. Eugênio Carlos pouco antes de nossa assembléia soubemos que o Dr. Eugênio concluiu assim: - Entre nós estamos acertados, agora a decisão de voltarmos ao trabalho depende da assembléia do Sindicato. Isso é ou não unidade entre os professores construída nessa luta? Garantia de não desconto dos dias parados é ou não vitória? Estabilidade de todos os professores do CAMPUS V até 31/12/2010 é ou não vitória? Não fecharmos as portas para o recebimento de mais de 15.000.000,00 que temos de passivo trabalhista é ou não vitória? Os donos da UNIG saberem de nossa capacidade de organização e mobilização é ou não vitória? Termos a capacidade de entendermos o limite possível e tolerado por nossos estudantes, de forma a minimizarmos os seus prejuízos é ou não vitória? Vitória conjuntural é uma questão de ponto de vista.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

UFAH! ACABOU A GREVE

     A MAIOR DE TODAS AS ASSEMBLÉIA QUE FIZEMOS DESDE NOVEMBRO DE 2009, OS PROFESSORES VOTARAM POR HUNANIMIDADE O FIM DA GREVE DE 25 DIAS.

    SAIMOS COM A CERTEZA DO DEVER DUMPRIDO, FIZEMOS O POSSIVEL, CEDEMOS MAIS TAMBÉM CONTAMOS VITÓRIAS. O ACORDO JUDICIAL FOI GARANTIDO TEMOS O MINISTÉRIO PÚBLICO A NOSSO FAVOR E A LUTA NÃO PARA POR AQUI.
    UMA DAS GRANDES VITÓRIAS FOI A NOSSA UNIDADE, A GARANTIA DE EMPREGO PARA TODOS OS PROFESSORES ATÉ 31/12/2010, NÃO DESCONTO DE NENHUM DIA PARADO.
    AGORA COMPANHEIROS PROFESSORES VAMOS A LUTA, TEMOS QUE CORRER MUITO PARA RECUPERARMOS O TEMPO QUE ESTIVEMOS PARADO.
    QUERIDOS ESTUDANTES NOSSA ORGANIZAÇÃO E UNIDADE SERÁ CONSTRUIDA AGORA, TEMOS MUITO O QUE FAZER JUNTOS, NA PROXIMA SEMANA ESTAREMOS CONVOCANDO TODOS OS DA’s PARA UMA REUNIÃO E CONTUIRMOS UMA PAUTA MINIMA DE AÇÃO.

EXPECTATIVA NA UNIG CAMPUS V - ITAPERUNA


Hoje é um dia de muitas atividades e decisões, começa cedo a acontecer fatos que podem interferir nos rumos e no futuro de nossa cidade e região.
Estamos hoje no 25º dia de uma GREVE HISTÓRICA, do ponto de vista político social e econômico. Uma greve que afeta de forma tremenda a economia de nossa região; ônibus rodando vazios, restaurantes e lanchonetes tendo seus movimentos reduzidos, além de outros seguimentos do comercio extremamente afetados.
Mais de 3000 estudantes e mais de 350 professores e funcionários da UNIG vivendo uma tensão tremenda todos inseguros e preocupados com o seu futuro e com os rumos da Universidade e da região. Tudo isso causado por duas promessas não cumpridas pelo dono da UNIG Sr. Antonio José.
Depois de 36 dias da ultima promessa, o Sr. Antonio José volta a cena, tem uma conversa com o coordenador do curso de medicina Dr. Eugênio Carlos as 9h:00min e com o SINPRO NNF as 11h:00min, na pauta o futuro de nossa cidade e região, a continuidade do curso de medicina e da Universidade.
Certamente as duas reuniões serão tensas, duras mais com toda a certeza nelas serão buscadas saída para todo o mal estar vivido nesse momento e não tenham duvidas somos seres capazes de construir essa saída. Tenho convicção que o Sr. Antonio José, Eugênio Carlos e sua equipe e nós do SINPRO NNF, inclusive com um representante dos professores juntos, vamos nos esvair na busca da construção de soluções.
Após essas duas reuniões teremos a mais importante de todas, nossa assembléia de professores da UNIG, agendada para as 13h:00min, lá no centro de convenções do CAMPUS. Professor sua presença é imprescindível.
Alguns endereços eletrônicos, para acompanharem o resultado da assembléia:
Blog Dever Cumprido: http://paulorpgomes.blogspot.com
Site do SINPRO NNF: http://www.sinpronnf.org.br/
Blog do SINPRO NNF:http://sinpronnf.blogspot.com/
Twitter do SINPRO NNF: http://twitter.com/sinpronnf

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Amanhã é dia de decisão


      A pauta da assembléia de professores de hoje, 19/05, às 19:00 horas, no CAMPUS V, foi para avaliação do movimento e definição da pauta reivindicatória, que será apresentada na reunião com o dono da  UNIG, agendada com o SINPRO para amanhã às 11:00 horas.

    Sendo assim, fica convocada nova assembléia, para avaliação e deliberação das propostas apresentadas e negociadas com o dono da UNIG, amanhã, dia 20/05, às 13:00 horas, no CAMPUS V na UNIG. Sua presença e imprescindível.

JUSTIÇA AOS ANIMADORES CULTURAIS


     Na última semana o deputado estadual Gilberto Palmares conseguiu a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 48/2009) que regulariza a situação dos animadores culturais do estado. Estes trabalhadores finalmente passam a usufruir dos mesmos benefícios que os demais servidores contratados pela Secretaria Estadual de Educação: regime estatutário com direito à aposentadoria, triênio, plano de cargos e salários iguais. O deputado Gilberto Palmares comemorou o resultado: "A aprovação desta PEC é resultado da união entre a sociedade civil e o Poder Legislativo. Depois de 16 anos de mobilização da categoria, a Casa fez justiça àqueles que não conseguiam ter direito à sua aposentadoria pela forma precária com que o governo tratava os animadores culturais. Esta é uma vitória dos trabalhadores das classes populares, cujos filhos são os principais beneficiados do trabalho dos animadores culturais."
   Assista ao vídeo da aprovação da PEC 48/2009 e veja o discurso do autor da proposta, deputado Gilberto Palmares:

O AMBIENTE ESTÁ PROPICIO PARA PROLIFERAÇÃO DE BOATOS.


   Caros companheiros não vamos acreditar em boatos, a greve vai se prolongando o ambiente fica propicio para a boataria e isso se espalha como um vírus. Temos que ter muita cautela, a verdade sobre o fim ou não da greve será imediatamente publicada aqui no blog, no blog do SINPRO NNF; http://sinpronnf.blogspot.com, no site do SINPRO NNF:  http://sinpronnf.org.br,  no meu twitter: http://twitter.com/paulorobertopg  e no twitter do SINPRO NNF: http://twitter.com/sinpronnf.
   Qualquer informação fora desses espaços é mentirosa e para criar mais confusão em nosso meio.
   Hoje estamos entrando no 24º dia de uma greve, justa e legal, onde os professores de forma coesa mostram unidade e firmeza.
      Hoje  as 19h:00min, mais uma assembléia lá no CENTRO DE CONVENÇÕES CAMPUS.
PROFESSORES, ATÉ LÁ. 

VIVA A LUTA DOS PROFESSORES.
VIVA A NOSSA UNIDADE. 

terça-feira, 18 de maio de 2010

Professores da UNIG ratificam decisão judicial, só voltam quando todos receberem.


A UNIG mais uma vez tenta dividir os professores, pagou os salários de abril apenas aos professores dos cursos de direito e de odontologia, porém a categoria de forma muito madura e sábia manda o seguinte recado para os donos da Universidade: - A luta de um é de todos, só voltamos quando todos receberem.
Portanto a GREVE CONTINUA pelo menos até amanhã, quando teremos nova assembléia.
Ao final da assembléia permaneci na Universidade até toda da manhã, quando fui informado de que estavam sendo providenciado para hoje a conclusão do pagamento da folha de abril. Caso isso se confirme o fim do impasse acaba e aí de forma sábia os trabalhadores terão que discutir os próximos meses.
A comissão que se destituiu tem que ser repensada, mesmo que não seja com os mesmos nomes, o certo é que o barco não pode continuar a deriva, tem que ter um timoneiro, alguém que de o rumo.
É dever dos trabalhadores (professores e não professores), da UNIG CAMPUS V, apontarem uma saída para não permitirmos que daqui a uns meses estejamos em uma situação desconfortável como a vivida nesse momento.
Temos também que assumir de forma coletiva o compromisso com nossos estudantes, de reposição das aulas com conteúdos de qualidade, avaliações criteriosas e uniformes, para que nossos estudantes não se sintam prejudicados com matérias jogadas de qualquer maneira.   

POR QUE A BRONCA NÃO É INSTANTANEA


     Eu lamento muito ser obrigado a censurar os comentários, na verdade não ha censura, as criticas são todas liberadas, só eliminamos o lixo, a culpa não é minha e sim de um ou dois estudantes, despreparados, desqualificados e covardes que usam do anonimato para, para ofender, difamar e ultimamente até ameaças de morte e de agressão física.
     É lógico que isso isoladamente não me intimida, mais sabemos essa onda pode crescer e um doente pode ser influenciado e chegar aos fatos.
   Eu não posso ficar o dia todo na frente de uma maquina liberando comentários entro em meus horários rotineiros. Sei que tem prejuízo mais com certeza os menores, mais vai passar.


 Daqui a pouco as 8h:00min, mais uma assembléia as lá no CAMPUSPROFESSORES, ATÉ LÁ. 

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

A UNIÃO É A NOSSA FORÇA


Que fique bem claro para todos, as aulas só voltarão quando a UNIG pagar os salários de abril para todos os professores lotados no CAMPUS V. Essa posição está mais do que consolidada no seio da categoria, o grupo é um só, portanto dificilmente a assembléia de amanhã decidirá pelo fim da greve.

VIVA A LUTA DOS PROFESSORES, 

VIVA A NOSSA UNIDADE.

 Amanhã terça feira, dia 18/05 bem cedinho teremos mais uma assembléia as 8h:00min, lá no CAMPUS, PROFESSORES, ATÉ LÁ. 

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Bem pessoal essa é bem do finalzinho da noite.

     A UNIG de nova Iguaçu cumpriu o acordo feito por lá e as aulas voltam amanhã.
     Aqui em Itaperuna pagaram o faltava da Medicina referente ao mês de março e aos professores de Direito e Odontologia pagaram o mês de abril. Professores já estão me ligando dizendo que a grana está na conta. E o mês de abril dos outros cursos? Quando virá? Dizem que será amanhã, mais temos que esperar entrar na conta.
     Amanhã terça feira, dia 18/05 bem cedinho teremos mais uma assembléia as 8h:00min, lá no CAMPUS, PROFESSORES, ATÉ LÁ.

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domingo, 16 de maio de 2010

AINDA A UNIG (CAMPUS ITAPERUNA)

Texto produzido por uma ou melhor pela unica articulista do brog Dever Cumprido


A ÓTICA DE QUEM QUER RESPOSTAS
Ainda sem desfecho, sequer provisório, a atual crise da Universidade Iguaçu – Campus Itaperuna, a meu ver, é a mais grave que a Universidade enfrenta desde que aqui foi instalada.
Quando da instalação da UNIG em Itaperuna, os primeiros anos foram de interrogações quanto ao reconhecimento de alguns cursos. A primeira turma de medicina passou um sufoco, se interrogando se iria conseguir formar e receber o diploma.
Com o tempo vieram as crises da má gestão e não é de hoje pendengas com professores e funcionários quanto a atrasos de pagamento. Mas, conforme já disse, penso que está crise está sendo sem precedentes. Pessoas em postos chaves na instituição falam em jogar a toalha, dizendo que vão deixar seus cargos em razão da total falta de credibilidade instalada na UNIG.
Nesta crise, a ótica dos professores eu posso entender: quem trabalha quer receber. A ótica do comando do movimento – Sindicato – também eu posso entender: a defesa dos interesses daqueles que a instituição tem como base. A ótica dos alunos, essa mais que todas, também posso entender: quem quer estudar quer ter aulas.
A este terceiro grupo – alunos, eu agrupo os familiares, onde me incluo. Histórias as mais diversas: gente com condições financeiras para tirar seus filhos deste imbróglio e levar para outra cidade, outra instituição e aí é o salve-se quem puder; gente sem essas condições financeiras privilegiadas e que não têm como manter seus filhos fora daqui e que diante desta crise vivem uma grande angústia; e gente que trabalha o dia inteiro, para a noite poder com sacrifício financeiro ou com um Pro Uni, batalhar por um projeto de ascensão profissional através da educação e que também se vê em angústia.
Mas em tudo isso, se tem uma ótica que não posso entender é a das autoridades constituídas hoje em nosso município. Alguém me disse comentando o problema: “Vai ser uma vergonha se a cidade perder a UNIG.” Verdade! Vai ser uma vergonha como a de outras perdas que já estamos contabilizando nos últimos tempos, a exemplo da perda da Merco Noroeste, mas a da UNIG se vier a acontecer, fica até difícil dimensionar a proporção dos estragos para a nossa cidade.
Não vi em nenhum momento desta crise da UNIG algum movimento da parte dos nossos governantes para tentar somar esforços para ajudar a pensar solução para o problema. Um problema que, diga-se de passagem, tem lastros muitos maiores que Univerdade-professores-alunos/familiares.
 Basta conversar um pouco com comerciantes, com proprietários de imóveis para aluguel, com prestadores de serviços diversos e as dimensões dos problemas que podem advir do fechamento da UNIG tomam proporções que vão além do espaço universitário.
As interrogações são muitas quanto aos desdobramentos da atual crise da UNIG. Resta esperar para ver onde tudo isto vai dar. Quanto aos nossos governantes, resta esperar deles uma nova ótica na direção dos problemas relacionados com a educação em Itaperuna, embora com dificuldades para ter esperanças.
Claudina Dias.
(Mãe de aluno da UNIG e professora da rede municipal de ensino, com o salário base congelado no valor de R$ 468,82. O Executivo Municipal alega não ter recursos para fazer a correção dada ao salário mínimo pelo governo federal em janeiro de 2010 e segue pagando o “velho” e defasado salário).
NOTA DO BLOGUEIRO; Na próxima terça feira dia 18/05 as 8h:00min, bem cedinho teremos uma assembléia lá no CAMPUS. Sua a presença de todos os professores é fundamental.
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

A SENSAÇÃO QUE TEMOS É QUE O BARCO ESTA A DERIVA

Vejam bem pessoal, estamos vivendo um momento de profundas dificuldades, a greve dos professores se alonga, estamos hoje no 19º dia e não vemos luz no fim do túnel. O cansaço das pessoas envolvidas é extremo, o desgaste é imensurável.
Os alunos estão altamente impacientes, inseguros, estressados e alguns até precipitados, o que é perfeitamente natural, não temos tradição de lutas, nem professores e nem alunos.
Os professores foram tão tolerantes, deixaram as coisas caminharem tanto que agora não tem como recuar. É óbvio que tudo isso foi precipitado pela promessa do Sr. Antonio José de que no dia 20/04, pagaria os salários de fev. e mar./2010. Mesmo deixando para traz out., nov., dez. e 13º de 2009. Isso sem falar nas 16 folhas de pagamento em aberta de 2004 a out./2008.
Isso é bom resgatar para que as pessoas entendam que o movimento não surgiu do nada, é um acumulo crescente, não tem jeito mola muito comprimida quando se solta pula alto, é isso que estamos vivendo na Universidade.
Até hoje não pagaram o restante da folha de março aos professores de medicina, segunda feira, 17/05 vence o segundo compromisso do acordo judicial, pagar o mês de abril. Vocês acreditam que vão pagar? Eu não.
O mais grave de tudo é que em Itaperuna não há um interlocutor na Universidade, o professor Juliano responde pela diretoria acadêmica, depois da entrega do cargo de diretor geral pelo Dr. Elias Daruís, não temos mais interlocução. E agora? Ninguém sabe de nada o silencio é sepulcral. Isso é péssimo.
Na próxima terça feira, dia 18/05 teremos mais uma assembléia as 8h:00min, bem cedinho lá no CAMPUS, até lá.

SÉRIE – COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL


Taí uma boa oportunidade para os alunos dos últimos períodos;

Dia 26 de MAIO de 2010 (quarta-feira)

Horário: 10h às 12h

Tema:
 “Novas oportunidades no Rio de Janeiro”
Como tornar sua empresa competitiva para enfrentar o mercado, diante dos grandes investimentos que virão com os eventos previstos para o estado

Sinopse:
Ø     O estado do Rio de Janeiro é um importante cenário para a realização de novos negócios, boas oportunidades e ampliação de mercado. Grandes investimentos estão sendo previstos para o estado no próximo ano. Pensando nisso, o programa irá apresentar novas oportunidades que surgem para o mercado e como as empresas podem aproveitá-las, aumentando, assim, sua competitividade.
Ø     Esse evento é uma ação de capacitação empresarial. Venha aprender e tire suas dúvidas em tempo real, enviando perguntas por fax, e-mail ou telefone.

Mediação:
Angela Costa
Presidente do Conselho Empresarial de Gestão Estratégica para Competitividade
Convidado:
                                            Julio Bueno
Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro
Como participar:
A TV Firjan Empresarial pode ser assistida em qualquer um dos pontos de recepção espalhados pelo estado. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone 0800 0231-231. A confirmação de presença é obrigatória.
Para ver mais informações sobre os pontos de recepção e sobre a nossa programação, clique no banner da TV Firjan que se encontra na primeira página do nosso site


Comentário do blogueiro: Em Itaperuna esse evento se dará no teatro do SESI.
Recebi de um companheiro, aluno de direito o E-mail abaixo,

Olá, Paulo, como vai?


Aqui é o Edson, representante de uma das turmas de Direito, mais uma vez pedindo um pouco da atenção do senhor.


Bom, tenho visto que a situação de nossa Unig é caótica e com poucas soluções de rumo.
Mas, como estudante de Direito e como aluno, venho neste email propor algumas ideias ao senhor.
O acordo judicial firmado entre a Unig e o senhor - na qualidade de representante da classe dos professores - foi descumprido, porém pago no dia útil seguinte, 11/05. E, pelo acordo, os professores ficariam sujeitos a voltarem suas atividades imediatamente. Pelo visto, alguns não receberam. Mas, o fato do acordo judicial interessar terceiros (alunos), é mister ressaltar que, o fato dos professores que receberam não começaram a trabalhar, pode gerar transtornos na órbita judicial.
Cabe lembrar também que nós do Direito temos uma peculiaridade, que consiste em que nossos professores, em sua maioria, não podem repor as aulas durante as férias, haja visto que estes fazem cursos no exterior, como doutorado. Dessa forma, se torna praticamente impossível adiar mais o retorno das aulas.
Outra coisa importante é o perigo iminente de nós, alunos, estarmos correndo o risco de perder o período!
A meu ver, se há este perigo - e realmente há - não vislumbro necessidade de união de natureza, mesmo que seja só aparente, corporativista, já que nessas horas o brocardo "se não dá pra salvar todos, que se salvem alguns!" deve ser lembrado.
Ou não há o perigo de perdermos o período?
Perguntei isso por email e até pessoalmente, e o senhor não me respondeu.Do ponto de vista jurídico, diante de todos estes acontecimentos, sugiro ao senhor que busque junto ao Ministério Público e à Juíza do Trabalho comunicar a nossa situação de maneira até mesmo formal, para que haja uma solução definitiva. Há meios legais pacíficos que podem resolver nossa situação de forma rápida, segura e eficiente.


Um contato com o MEC também é muito importante nessa hora. Deixar pra depois só vai gerar mais problemas e continuar a greve não é vantagem para nenhum lado.Torcemos para que o senhor, como representante legal dos docentes e líder desse movimento, venha a reger as medidas cabíveis necessárias, imediatas e prudentes para a solução de nossos problemas, e que esta greve - que nos é muito estranha ter se iniciado apenas neste ano - acabe.


Um abraço.
Que Deus o abençoe.___


Edson José do Carmo


Ad Majorem Dei Gloriam

Essa foi a minha resposta, faço questão de publicar o E-mail e a resposta, pois essa dúvida pode ser de muitos e é bom que todos saibam que tem gente que se preocupa e trata das questões com seriedade.
A primeira coisa Edson, é que a greve só se começa quando se acumula forças e há condições objetivas, isso só ocorreu esse ano, no meio do período. 
A segunda questão é que o acordo judicial diz caramente, Se compromete a executada a realizaro pagamento do salário de março a todos os professores relativo ao mês de março de 2010 na data de 07.05.2010.” Então meu caro acadêmico, a UNIG ainda não cumpriu.



A terceira, se os professores de direito fazem cursos fora do país, cabe ao diretor acadêmico as respostas a essa sua duvida, o que eu te posso afirmar é que as aulas serão repostas, não pode ser diferente.
A quarta é que não há a menor chance de se perder período, haja visto que as Universidades federais entram sempre em greve e isso nunca ocorreu, o que é certo é que perderemos férias, isso não tem jeito. Para a Universidade melhorar o sacrifício tem que ser coletivo.
Quanto as ações jurídicas e legais estamos tocando de forma bastante conveniente e prudente, exatamente para que não percamos tempo e não prejudiquemos mais ainda os professores, os alunos, os funcionários e toda a comunidade acadêmica.
Sem mais um grande abraço, e
QUE AS BENSÂOS DE DEUS E SUA UNÇÂO ESTEJA SOBRE NOSSAS VIDAS.  
Paulo Roberto Pereira Gomes


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