Paulo Roberto é Pedagogo, Sindicalista e Petista.

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Dever cumprido é fruto da ousadia de um velho militante das lutas democráticas e sociais do nosso Brasil, que entende que sem uma interação rápida, ágil, eficiente e livre com o que rola pelo mundo, a democracia é pífia.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

RETROCESSO INACEITÁVEL


  Confesso que estou estarrecido, a arrogância em tempo de democracia tem limites. O que leio nesse e-mail, que repasso na integra a vocês, mais parece um sonho, ou melhor, um pesadelo. A sociedade não pode aceitar mais isso, o retrocesso esta caminhando a passos largos.
Outro dia foi aquele procedimento truculento da policia militar do DF, contra as pessoas que protestavam contra o escândalo da distribuição das gordas propinas entre políticos daquela unidade federativa.
Agora essa de São Paulo, invadir sindicato? Pedir número de identidade de dirigente sindical dentro de sua instituição? PM fardado em ato interno do sindicato? Parece que estou entrando no túnel do tempo.
A sociedade não aceita mais tamanho descalabro, é preciso atitudes firmes, para impormos os limites a esse pessoal, todos os Sindicatos de trabalhadores  do Brasil, as Federações, as Confederações e principalmente as Centrais Sindicais têm que se posicionarem. É impossível silenciar  diante desse triste episódio.


Paulo Roberto

AI-5 em São Paulo: Polícia do Serra invade o Sindicato dos Jornalistas e intimida ato público







O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, indignado, lamenta e protesta contra a invasão realizada na noite do último dia 14 por Policiais Militares, durante realização de ato em defesa do III Plano Nacional de Direitos Humanos, que tinha nítida tentativa de intimidar os participantes.



A intimidação já havia ocorrido por volta do meio-dia durante a entrega protocolada de carta à presidência da República no seu escritório de São Paulo, na esquina da avenida Paulista e Rua Augusta A PM por duas vezes exigiu saber "o nome dos responsáveis" pelo evento - do qual participaram cerca de 30 pessoas e foi totalmente pacífico.



Mais tarde, por volta das 18 horas, um sargento da PM veio à sede do Sindicato para saber que tipo de ato estava sendo preparando para a noite. Depois de receber explicações de que se tratava de cerimônia interna, o sargento pediu o número da carteira de identidade do nosso diretor André Freire – o que já é um abuso.



À noite, por volta de 21 horas, com o auditório lotado por cerca de 200 pessoas, dois PMs, fardados, invadiram o auditório e disseram "estar cumprindo ordens superiores". Foram convidados a sair.



Diante disso, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo exige das autoridades da Segurança Pública no Estado de São Paulo que dêem uma resposta a este abuso de autoridade que nos lembra os velhos costumes da ditadura, que não podemos aceitar de maneira alguma.



Aguardamos audiência com o secretário de Segurança para saber de quem exatamente partiu essa ordem, para que seja responsabilizado por tamanho arbítrio. Link aqui



José Augusto Camargo



Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo



"É descabido o tamanho da reação contrária. Ela só demonstra a intransigência de certos grupos em debater o tema. Eles não querem nem ao menos abrir a possibilidade de que esses assuntos sejam discutidos pela sociedade brasileira", disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, José Augusto Camargo (Guto), durante manifestação em defesa do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH) e constituição da Comissão da Verdade, realizada na última quinta-feira (dia 14) no auditório Valdimir Herzog, do Sindicato e na avenida Paulista.


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