O
homem da foto ao lado teria razões de sobra para temer Lula, o PT e sua
candidata à presidência. Sequestrado em 89 por seis homens, cinco
chilenos e um brasileiro, teve o caso associado – levianamente – a
grupos políticos radicais de esquerda, ligados ao Partido dos
Trabalhadores. A manipulação foi tão grosseira que, durante a prisão,
os policiais paulistas chegaram a vestir os seqüestradores com
camisetas do PT. O Brasil foi salvo por um experiente editor de texto
que ainda hoje dá expediente na maior emissora do país. Está meio
encostado atualmente, como a direção costuma fazer com seus
profissionais mais talentosos e autônomos. Ele se chama Armando
Figueiredo. Foi ele quem recusou a imagem dos seqüestradores
fantasiados e “mentiu” para os chefes, dizendo que não tínhamos a
imagem. O plano, naquela noite, era fazer estardalhaço no Jornal
Nacional. Ontem, ao dar posse ao novo presidente do grupo Pão de
Açucar, o empresário Abílio Diniz (um dos homens mais ricos e bem
sucedidos do país) disse aos seus que vota em Dilma. E sabem por quê?
“Ela tem todas as condições de dar continuidade ao legado deixado pelo
presidente Luiz Inácio Lula da Silva." E sabem que legado é esse (na
voz do empresário)? “É o legado do crescimento, da geração de emprego e
da distribuição de renda.” Vocês acham que parou por aí? Não, tem mais:
“tenho uma profunda admiração por este homem”, completou. Lembra muito
a coragem de outro rico empresário, avalista dos melhores momentos que
nosso país já viveu, o brasileiro José Alencar.
Paulo Roberto é Pedagogo, Sindicalista e Petista.
- Dever Cumprido
- Dever cumprido é fruto da ousadia de um velho militante das lutas democráticas e sociais do nosso Brasil, que entende que sem uma interação rápida, ágil, eficiente e livre com o que rola pelo mundo, a democracia é pífia.
sábado, 6 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Aluno de hoje não quer ser o educador de amanhã
02/03/2010
- 10h03
Por Rodrigo Zavala, da Rede Gife
Por Rodrigo Zavala, da Rede Gife
Se uma boa educação só é possível por meio de bons educadores, o
mais recente estudo realizado pela Fundação Victor Civita (FVC),
encomendado à Fundação Carlos Chagas (FCC), traz preocupação a quem se
interessa pelo assunto. Ao pesquisar sobre a atratividade de jovens à
carreira de docente, o levantamento mostra que apenas 2% dos estudantes
do terceiro ano do ensino médio pensam em atuar em sala de aula.
Com
1.501 alunos participantes, o estudo foi aplicado em 18 escolas
públicas e privadas de oito municípios (em cinco regiões do país)
selecionadas por seu tamanho, abrangência regional, densidade de alunos e
oportunidades de emprego. Segundo estes estudantes, as más condições de
trabalho, a baixa remuneração e o pouco reconhecimento social são os
motivos para se manterem longe da sala dos professores.
“Esse é
um tema central e de médio prazo para a melhoria da qualidade de
educação no país. O principal é mudar a formação para criar essa
atratividade”, afirma o secretário estadual de Educação de São Paulo,
Paulo Renato Souza.
Curiosamente, há uma semana (26/02), o
ex-ministro da Educação culpou a má formação dos professores pelo mau
desempenho registrado nas provas de matemática aplicadas a estudantes do
ensino médio pelo Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do
Estado de São Paulo). Segundo os dados, 58,3% dos estudantes que
concluem essa etapa têm conhecimento insuficiente da disciplina.
Dados
complementares
O resultado da pesquisa da Fundação Victor Civita está em concordância com outros levantamentos complementares. Basta ver o Censo da Educação Superior de 2009, em que se demonstra que cursos ligados à formação de professores têm uma relação candidato/vaga, no mínimo, desfavorável.
O resultado da pesquisa da Fundação Victor Civita está em concordância com outros levantamentos complementares. Basta ver o Censo da Educação Superior de 2009, em que se demonstra que cursos ligados à formação de professores têm uma relação candidato/vaga, no mínimo, desfavorável.
Por exemplo, a
Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular, o maior vestibular do
país) oferece 109 opções de cursos e Pedagogia, em São Paulo, ocupa a
90ª posição. Em Ribeirão Preto cai para 92ª. Licenciaturas e disciplinas
da Educação Básica são ainda menos procuradas pelos jovens.
“A
análise dos resultados mostra que existe uma contradição entre desejo e
possibilidade. Os alunos entendem a relevância do profissional e a
nobreza de seu trabalho. Porém, acreditam que a o educador é
desvalorizado e desrespeitado e sua profissão é frustrante e repleta de
dificuldades”, argumenta a responsável pela pesquisa, Bernardete Gatti,
pesquisadora da Fundação Carlos Chagas.
O paradoxo trazido pela
especialista traz um aspecto positivo nas entrelinhas. Apesar de não se
sentirem compelidos para o trabalho em sala de aula, reconhecem o
professor como fundamental na formação. “De modo geral, todos os
estudantes mostraram muita consciência dos problemas educacionais, não
apenas deles, mas do país”, lembra Bernardete.
Déficit
O resultado prático do pouco estímulo à carreira do professor é transparente:
O resultado prático do pouco estímulo à carreira do professor é transparente:
a demanda por profissionais é sensivelmente maior do
que a oferta. Segundo estimativas do Inep, do Ministério da Educação, o
déficit de professores com formação adequada à área que lecionam chega a
710 mil no ensino médio e nas séries finais do ensino fundamental.
Como
esses professores são substituídos precária e temporariamente por
pessoas não qualificadas para o cargo, existe no país o que se chama de
“escassez oculta”. Afinal, no papel, a aula existe; uma espécie de
auto-engano, no qual sofre o educando.
Em áreas como a de
Física, o porcentual de docentes graduados no campo de saber específico é
de apenas 25,2%. Na de Química, o total é de 38,2%.
Esse
panorama se mostra ainda mais dramático se considerado que 41% do corpo
docente brasileiro têm mais de 41 anos e está próximo da aposentadoria.
Os últimos Censos Escolares da Educação Básica mostraram que o número de
aposentadorias tende a superar o número de formandos nos próximos anos.
Resultados
práticos
Com esses dados, não é difícil entender
porque, nem mesmo a escola tem atraído seus alunos. Segundo o Censo
Escolar de 2006, do Ministério da Educação (MEC), do total da população
entre 15 e 17 anos (cerca de 10 milhões), 3,6 milhões matricularam-se no
ensino médio - 1 milhão sequer havia concluído do ensino fundamental.
Com
a evasão, apenas 1,8 milhão se formou. Quando analisado o comportamento
dos jovens de 18 a 24 anos, os dados são ainda mais desastrosos: 68%
não freqüentam a escola. Destes, 34% sequer trabalham.
"Hoje
faltam profissionais para uma série de postos de trabalho. Essa
tendência tende a se agravar futuramente, se não houver ações para
enfrentar o problema, pois a qualificação de um profissional prescinde
no mínimo do ensino médio completo. Para um país como o Brasil, que
pretende crescer, esse é um sério entrave", analisa a diretora-executiva
do Instituto Unibanco, Wanda Engel,
Patrocinado pela Abril
Educação, o Instituto Unibanco e o Itaú BBA, o estudo Atratividade da
Carreira Docente no Brasil pode ser acessado livremente por
interessados.
terça-feira, 2 de março de 2010
PROFESSORES DA UNIG AQUECEM A MOBILIZAÇÃO
Numa importante reunião hoje, dia 02/03, onde participaram cerca de 30 professores da UNIG a categoria foi cautelosa mais firme no sentido de tomarmos, uma posição de aquecimento da mobilização, foi mantido a assembléia permanente, com o próximo encontro marcado para a terça feira dia 09/03 também as 13:00 horas.
Além do agendamento do próximo encontro e de mantermos a assembléia permanente os professores deliberaram que se ingresse com o dissídio na justiça caso a UNIG se negue a fazer as negociações do acordo coletivo, ficou também deliberado que devemos levar para os “novos” donos da UNIG, um calendário de pagamento dos passivos de 2009 da seguinte forma:
Ago.,set. e out./2009 Em 25/03/2010
Nov./2009 Em 23/04/2010
Dez./2009 Em 25/05/2010
13º salário/2009 Em 25/06/2010
Isso sem prejuízo da proposta colocada pelo Sr. Antonio José de pagar até o dia 10 do mês subseqüente o pagamento do mês anterior.
Caso a proposta acima não seja aceita pela UNIG, e os proprietários não apresentarem uma contra proposta aceitável pela categoria, fica o SINPRO autorizado a entrar com uma nova Ação Civil Pública (ACP) cobrando esse passivo.
Ficou deliberado que o Sindicato deverá buscar junto aos novos mantenedores da UNIG o fim do pagamento parcelado, todos os professores devem receber seus salários no mesmo dia. (Embora essa seja a lei: todos os trabalhadores devem receber seus salários até o quinto dia útil do mês subseqüente).
Como pouco mais de 10% dos professores lotados no CAMPUS V da UNIG estiveram presente, as decisões tomadas refletem o amadurecimento dos professores e do SINPRO NNF, em não se deixarem levar pelas emoções, e aflições em que estão vivendo os professores nesse momento e trilharem o caminho do aquecimento da mobilização e convencimento do restante da categoria para que o maior número possível de professores se engaje e se comprometam com as decisões tomadas, pois a luta é de todos.
Então pessoal vamos levantar a cabeça, e irmos em frente à busca de decisões firmes e consistente no momento certo e sem recuo.
ATÉ O PRIXIMA TERÇA FEIRA DIA 09/03 AS 13:00 HORAS.
CONTATOS COM O SINPRO NNF:
TEL. 22 – 39220094 (DAS 13:00 AS 18:00 HORAS0)
Site: http://www.sinpronnf.org.br
E- mail: sinpro.nnf@terra.com.br
Por que Dilma é a favorita
por: Gilberto Dimenstein
Basta a
observação de um fato trazido pelo Datafolha para ver que Dilma Rousseff
tornou-se a favorita na sucessão presidencial -uma situação que obviamente pode
mudar de acordo com a campanha.
O fato
óbvio é o seguinte: ainda tem uma expressiva parcela dos eleitores,
especialmente os mais pobres, que garantem que vão votar no candidato de Lula.
Mas não sabem que Dilma é sua candidata. É algo que, mais cedo ou mais tarde,
vai acabar, até antes do início do horário eleitoral.
Se isso
ocorresse agora, a candidata do PT já estaria em primeiro lugar, com certa
folga --Dilma, até aqui, perde pontos por causa da baixa escolaridade de seu
eleitor em potencial.
Mesmo
ainda desconhecida de parte do eleitor cativo de Lula, ela está próxima do
empate com José Serra.
Até onde
se enxerga, a economia continuará crescendo, o desemprego vai cair e a renda do
trabalho evoluir -o que significa que a popularidade de Lula tende a se manter
em alta.
Daí que
Dilma entra em março como a favorita.
O Incômodo Censo Agropecuário.
Roberto Malvezzi
(Gogó)
O
último censo agropecuário trouxe verdades
incômodas, que atiçaram a ira do
agronegócio
brasileiro. Afinal, a pobre agricultura familiar, com
apenas 24,3% (ou 80,25 milhões de
hectares)
da área agrícola, é responsável ?por
87%
da produção nacional de mandioca, 70% da produção
de feijão, 46% do milho, 38% do café ,
34%
do arroz, 58% do leite, 59% do plantel
de suínos,
50% das aves, 30% dos bovinos e, ainda, 21% do
trigo. A cultura com menor
participação da
agricultura familiar foi a soja (16%).
O valor
médio da produção anual da agricultura familiar foi
de R$ 13,99 mil?, segundo o IBGE.
Quando se
fala em agricultura orgânica, chega a
80%.
Além do mais, provou que tem peso econômico,
sendo responsável por 10% do PIB
Nacional.
Acontece que a agricultura familiar, além de ter menos terras, tem menos recurso público como suporte de suas atividades. Recebeu cerca de 13 bilhões de reais em 2008 contra cerca de 100 bilhões do agronegócio.
Portanto, essa pobre, marginal e odiada agricultura tem peso econômico, social e uma sustentabilidade muito maior que os grandes empreendimentos. Retire os 100 bilhões de suporte público do agronegócio e veremos qual é realmente sua sustentabilidade, inclusive econômica.
Retire as unidades familiares produtivas dos frangos e suínos e vamos ver o que sobra das grandes empresas que se alicerçam em sua produção.
Mas, a agricultura familiar continua perdendo espaço. A concentração da terra aumentou e diminuiu o espaço dos pequenos. A tendência, como dizem os cientistas, parece apontar para o desaparecimento dessas atividades agrícolas.
Porém, saber produzir comida é uma arte. Exige presença contínua, proximidade com as culturas, cuidado de artesão. O grande negócio não tem o ?saber fazer? dessa agricultura de pequenos. E, bom que se diga, não se constrói uma cultura de agricultura de um dia para o outro. A Venezuela, dominada secularmente por latifúndios, não é auto suficiente em nenhum produto da cesta básica. Exporta petróleo para comprar comida. Chávez, ao chegar ao poder, insiste em criar um campesinato. Mas está difícil, já que a tradição é fundamental para haver uma geração de agricultores produtores de alimentos.
O Brasil ainda tem ? cada vez menos ? agricultores que tem a arte de plantar e produzir comida. No Norte e Nordeste mais a tradição negra e indígena. No sul e sudeste mais a tradição européia de italianos, alemães, polacos, etc. É preciso ainda considerar a presença japonesa na produção de hortifrutigranjeiro s nos cinturões das grandes cidades.
Preservar esses agricultores é preservar o ?saber fazer? de produtos alimentares. Se um dia eles desaparecerem, o povo brasileiro na sua totalidade sofrerá com essa ausência. Para que eles se mantenham no campo são necessárias políticas que os apóiem ostensivamente, inclusive com subsídio, como faz a Europa.
Do contrário, se dependermos do agronegócio, vamos comer soja, chupar cana e beber etanol.
Acontece que a agricultura familiar, além de ter menos terras, tem menos recurso público como suporte de suas atividades. Recebeu cerca de 13 bilhões de reais em 2008 contra cerca de 100 bilhões do agronegócio.
Portanto, essa pobre, marginal e odiada agricultura tem peso econômico, social e uma sustentabilidade muito maior que os grandes empreendimentos. Retire os 100 bilhões de suporte público do agronegócio e veremos qual é realmente sua sustentabilidade, inclusive econômica.
Retire as unidades familiares produtivas dos frangos e suínos e vamos ver o que sobra das grandes empresas que se alicerçam em sua produção.
Mas, a agricultura familiar continua perdendo espaço. A concentração da terra aumentou e diminuiu o espaço dos pequenos. A tendência, como dizem os cientistas, parece apontar para o desaparecimento dessas atividades agrícolas.
Porém, saber produzir comida é uma arte. Exige presença contínua, proximidade com as culturas, cuidado de artesão. O grande negócio não tem o ?saber fazer? dessa agricultura de pequenos. E, bom que se diga, não se constrói uma cultura de agricultura de um dia para o outro. A Venezuela, dominada secularmente por latifúndios, não é auto suficiente em nenhum produto da cesta básica. Exporta petróleo para comprar comida. Chávez, ao chegar ao poder, insiste em criar um campesinato. Mas está difícil, já que a tradição é fundamental para haver uma geração de agricultores produtores de alimentos.
O Brasil ainda tem ? cada vez menos ? agricultores que tem a arte de plantar e produzir comida. No Norte e Nordeste mais a tradição negra e indígena. No sul e sudeste mais a tradição européia de italianos, alemães, polacos, etc. É preciso ainda considerar a presença japonesa na produção de hortifrutigranjeiro s nos cinturões das grandes cidades.
Preservar esses agricultores é preservar o ?saber fazer? de produtos alimentares. Se um dia eles desaparecerem, o povo brasileiro na sua totalidade sofrerá com essa ausência. Para que eles se mantenham no campo são necessárias políticas que os apóiem ostensivamente, inclusive com subsídio, como faz a Europa.
Do contrário, se dependermos do agronegócio, vamos comer soja, chupar cana e beber etanol.
segunda-feira, 1 de março de 2010
PROFESSORES DA UNIG CAMPUS V – ITAPERUNA PARAM, CUMPRINDO ORIENTAÇÃO DO NOVO PROPRIETÁRIO.
Com apenas um voto contrario e uma abstenção, os professores da UNIG,
que lecionariam hoje, 01/03/2010, pela manhã, resolveram não irem para as salas
de aula, mas permanecerem na Universidade. Essa decisão foi tomada em razão da
Universidade está com seis folhas de pagamento atrasada, a ultima folha paga
foi de setembro de 2009, portanto restam a rpagar, out., Nov., dez. e 13º salário
de 2009, além de jan. e fev/2010 e do novo proprietário da UNIG, ter reunido na
ultima quarta feira dia 24/02 com os professores e prometido pagar uma folha, a
de janeiro de 2010, até o dia 26/02. O Sr. Antonio José não cumpriu o
prometido, e nem satisfação deu aos professores.
Conforme dissemos, na ultima postagem sobre a UNIG, o novo proprietário foi
categórico “Salário não se discute, se paga”. Nos os professores pagamos
pra ver, e vimos o Sr. Antonio José não cumpriu. Disse mais o Sr. Antonio José
aos professores na quarta feira, quando questionado se ele não cumprisse o
prometido, “Ai vocês fazem o que bem entenderem, parem, não acreditem mais em
mim”. Portanto a decisão dos professores foi apenas de dar conseqüência as
palavras do patrão, Nada mais.
É também decisão dos professores levarem a proposta de greve
para a assembléia de amanhã, dia 02/03 as 13:00 horas, na sede do SINPRO e até
amanhã vão se cumprir horário na universidade sem entrarem em sala de aula.
O fato de sucessivas promessas, não serem cumpridas levou os
gestores do CAMPUS V, a um tremendo desgastes. Para que os professores fechassem
o semestre passado, prometeram dois pagamentos em dezembro e furaram os
sucessivos acordos com o sindicato não são cumpridos, palavras dos gestores efetivamente
não valem nada para a categoria. O desgaste é absoluto.
Os professores se quer acreditam na venda da UNIG, quando me
indagaram se realmente a Universidade havia trocado de donos, respondi que sim,
o professor me indagou: - Vistes algum documento, eu respondi - não. Ele disse: -
Você acredita? Eu não!
A assembléia de amanhã será acirrada, o ideal é o Sr. Antonio José pagar
logo duas folhas, caso contrário tudo é possível. E a culpa é de quem promete e
não cumpre e nem dar satisfação.
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