Paulo Roberto é Pedagogo, Sindicalista e Petista.

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Dever cumprido é fruto da ousadia de um velho militante das lutas democráticas e sociais do nosso Brasil, que entende que sem uma interação rápida, ágil, eficiente e livre com o que rola pelo mundo, a democracia é pífia.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Elaboração de políticas para o Ensino Médio precisa incluir participação dos jovens


GIRO SENAI MODA DESIGN

Esse é um evento que o blogueiro recomenda. Entendo que não só o pessoal das confecções deve participar, mas todas as pessoas que se preocupam com o desenvolvimento econômico da região. É uma visão futurista simplesmente imperdível.

























 O Giro SENAI Moda design,  será no dia 21de outubro, às 19h, no Teatro do SESI.

O melhor as inscrições são gratuitas, pelos telefones: (22) 3811-9243 ou 3811-9200.


Salário médio de professor sobe de R$ 994 a R$ 1.527

Domingo, 18 de  Outubro de 2009

O salário médio dos professores no País subiu de R$ 994, em 2003, para R$ 1.527 em 2008. O valor é quase R$ 600 maior do que a média dos trabalhadores brasileiros. O estudo, divulgado na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), mostra, no entanto, que essa é uma realidade restrita a alguns locais do País. Em 16 Estados brasileiros, o salário do professor ainda é inferior a essa média nacional.
 
O Distrito Federal, que há cinco anos já tinha o maior salário docente nacional, continua na ponta. Hoje, um professor da educação básica na capital federal, com carga horária de 40 horas semanais, recebe R$ 3.360 mensais - um aumento superior a 100% desde 2003.
 
Outros Estados, como Tocantins e Maranhão, tiveram aumentos substanciais, apesar de ainda estarem abaixo da média nacional, com salários de R$ 1.483 e R$ 1.313, respectivamente.
 
Estado mais rico do País, São Paulo paga hoje, a seus professores, em média R$ 1.845 - contra os R$ 1.305 de cinco anos atrás. Pernambuco tem o pior salário e também promoveu um reajuste pequeno no período: passou de R$ 701 para R$ 982.
 
Hoje, no entanto, nenhum Estado tem uma média salarial inferior aos R$ 950 do piso salarial nacional do professor. No entanto, é provável que boa parte das redes municipais ainda não tenha alcançado essa faixa. O Ministério da Educação ainda não tem dados sobre isso.
 
Apesar de terem um salário médio superior ao da média nacional, os professores perdem para outros profissionais quando entra na comparação aqueles com ensino superior completo ou incompleto. A média nacional de um profissional desse tipo é, hoje, de R$ 2,5 mil mensais. Para um professor, alcança apenas R$ 1.638.
 
Em julho de 2008, os professores se tornaram a primeira categoria a ter um piso salarial nacional definido na Constituição. Pela lei, os professores da rede pública (Estados, municípios e União) não poderão receber menos do que R$ 950 para uma jornada de trabalho semanal de 40 horas. O piso entrou em vigor, mas os Estados e municípios que pagavam abaixo desse valor têm até 2010 para atingir o valor fixado.
 
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O TRÂNSITO EM ITAPERUNA



     No dia 07/10/2009, uma proposição do vereador Zampier foi aprovada na câmara de vereadores de Itaperuna solicitando a transformação do trecho da Rua Assis Ribeiro, entre a Av. Cardoso Moreira e 10 de Maio, em calçadão - uma área reservada só para pedestre. A idéia é boa pela possibilidade de trazer mais dinamismo para o comércio e facilitar a vida dos transeuntes, que sem dúvida alguma caminham com dificuldades em alguns trechos das calçadas da rua que é o coração do nosso comércio; se bem trabalhado pode ser um espaço agradável e um novo cartão postal da cidade.
      Agora o que não pode deixar de ser pensado é o que fazer com as quase 36 vagas de estacionamento de automóvel e de mais de 50 de motos que a referida proposição tira do trânsito, da sociedade.
     O boom econômico que vive o Brasil, principalmente no setor automotivo e financeiro, aliados a política econômica estável desenvolvida pelo governo federal, permitindo financiamentos de longo prazo,  tem feito crescer de forma gigantesca o número de automóveis e motocicletas rodando pelas cidades. O problema que fica é que o mesmo crescimento não tem se dado na infra-estrutura urbana, o que tem causado grandes prejuízos para o trânsito. Na capitais já se tornaram comuns engarrafamentos de 100 e até 200 km. Em Itaperuna a coisa também tem se agravado. Não se consegue estacionamento no centro da cidade de jeito nenhum em horário comercial.
     O que nós achamos grave é que a cada reforma (melhoria) urbana proposta, tira-se vagas sem propostas alternativas para a questão das vagas para veículos. No governo passado foi construído o terminal urbano próximo da Caixa Econômica e a reurbanização até a agência do banco  Itaú da Cardoso Moreira que nos tirou também umas 40 vagas de estacionamento e agora essa   proposição também nos surrupia outras tantas.
     Nosso transporte coletivo é ruim, irregular e muito caro para nossa economia, e a empresa que opera na cidade já pede aumento, o que inibe a não utilização de veículos particulares. Um morador do Loteamento Bedim ou do Caiçara, se usar o seu próprio transporte (carro) vai e volta ao Centro da cidade com um custo menor que apenas o da passagem de ida de ônibus e sem a longa espera por um coletivo. Isso sem levar em consideração que se esse morador usar uma moto, que é muito mais economia e agilidade.  
     Este texto tem apenas a intenção de contribuir com cuidados para uma vida melhor e mais humana em nosso município. Não somos de forma alguma contrário às reformas, só cremos que elas precisam ser pensadas como um todo.
·         Por que não pensarmos num corredor cicloviário usando a parte plana da cidade que nos leve da UNIG (pela parte dos fundos) passando pelo Loteamento Bedim, até ao loteamento Caiçara? Essa é uma alternativa viável, saudável, econômica e em defesa da vida.
·         Um estacionamento específico para motocicletas, no centro da cidade (rua das motos).
·         Uma audiência pública com a concessionária de transporte coletivo para redefinição de tempo de espera.
·         Implantação de cobrança de estacionamento rotativo, com preço reduzido para carros emplacados em Itaperuna, com o objetivo de reduzir a evasão fiscal.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Lula diz que fraude no Enem foi trama ainda não explicada


          O roubo das provas do Enem ainda é uma trama não explicada, disse nesta sexta-feira, 9, o Presidente Lula. Para o Presidente, o episódio é uma trama com intenções ainda desconhecidas. "Eu, sinceramente, não posso acreditar que, no momento que está vivendo o Brasil, alguém tivesse a intenção de roubar uma prova do Enem e passar para a imprensa", disse Presidente

     Só faculdades, em cidades governado por tucanos, desistiram do Enem

     Depois da Usp e Unicamp, agora foi a vez da Mackenzie anunciar que não vai mais utilizar a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), para compor o resultado final do Vestibular 2010 do primeiro semestre.A UFMG (Minas Gerais), também desistiu..

     "Antigamente, se levava para vender para os cursinhos. Eu não sei se tinha alguém que se sentiu prejudicado pelo Enem e resolveu fazer com que o Enem não desse certo este ano", afirmou o Presidente. Para Lula, quem está envolvido no roubo da prova pode ter pensando em prejudicar o governo mas, na verdade, foi irresponsável e "prejudicou a tentativa de milhões de jovens de, através do Enem, entrar na universidade".

     O Presidente destacou a importância da prova como uma pretensão dos jovens para entrar em uma universidade. "A gente não pode afirmar a serviço de quem isso aconteceu. Eu não sei quem se sentiu prejudicado com o Enem". O Presidente afirmou que as pessoas que se sentiram prejudicadas com o sucesso do Enem e o novo formato da prova podem ser as responsáveis pelo vazamento.

     Em resumo; Lula disse tudo o que eu  disse aqui no blog.

DIA DO PROFESSOR

A maior expressão de reconhecimento e apoio ao professor é o respeito.
     Nada justifica o não cumprimento da Lei. Não adianta as escolas encherem a cidade da faixas Com felicitações e mensagens bonitas. O que nos interessa é que haja respeito ao professor como ser humano e profissional; é preciso que se cumpra as leis e os acordos feitos em beneficio desses profissionais. É inconcebível que em pleno século XXI os sindicatos representativos da categoria de professores se vejam as vésperas do feriado do dia do professor lutando para o seu cumprimento. Isso é um retrocesso sem precedentes. A lei é clara:  
DECRETO nº 52.682, de 14 de outubro de 1963. 
Declara feriado escolar o dia do professor. 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, usando das atribuições que lhe confere o item I do artigo 87 da Constituição Federal,
Decreta:
Art. 1º O dia 15 de outubro, dedicado ao Professor fica declarado feriado escolar.
Art. 2º O Ministro da Educação e Cultura, através de seus órgãos competentes, promoverá anualmente concursos alusivos à data e à pessoa do professor. Art.
3º Para comemorar condignamente o dia do professor, aos estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias. Art. 
4º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.     
     Brasília, 14 de outubro de 1963; 142º da Independência do Brasil; 75º da República.

João Goulart
Paulo de Tarso

     Além do que estabelece a lei, a convenção coletiva de trabalho dos professores da educação básica da rede privada firmada entre o SINPRO NNF – Sindicato dos Professores do Norte e Noroeste Fluminense e o SINEPE Campos - Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de 1º e 2º Graus de Campos dos Goytacazes, em sua Cláusula 20ª Diz:
VEDADA A REGÊNCIA DE AULAS 
     Ao pessoal docente são vedadas regências de aulas, trabalhos em exame ou qualquer outra atividade docente ora da carga horária contratada, salvo mútuo acordo entre professores e diretores: a) ..........
b) ......... 
c) Nas datas seguintes: 2ª, 3ª e 4ª feira de carnaval e sábado da mesma semana, “Corpus Christi”, 15 de outubro (dia do professor), 2 de novembro e nos feriados municipais da localidade onde se situam os estabelecimento de ensino, assim como os feriados estaduais.
O Mútuo acordo entre professores e diretores a que se refere a cláusula em nosso entendimento tem que ser homologado da DRT.

      No acordo, negociado com a UNIG - Campus V, que aguarda assinatura por parte da universidade em sua cláusula XXVI diz:
FERIADOS E RECESSOS 
     É vedado exigir-se a regência de aulas, exames ou qualquer outra atividade docente nas seguintes datas: 
1. Domingos e feriados nacionais, estaduais e municipais; 
2. Semana de Carnaval; 
3. Quinta e Sexta-feira da Semana Santa;
4. Dia 15 de Outubro (dia do professor); 
5. Dia do perdão judaico e Ano novo Judaico para os professores Judeus;
Parágrafo Único: Qualquer acordo para alteração desta cláusula só poderá ser feio com a participação do SINPRO-NNF.
      O SINPRO NNF, estará protocolando hoje pela manhã na DRT um pedido de fiscalização em todas as escolas, privadas ou públicas que insistirem em burlar a lei, e vamos mais longe nas escolas que tiverem atividade letivas no dia 15/10/2009, o SINPRO NNF entrará com ação na justiça do trabalho para que a remuneração desse dia seja paga como HORA EXTRA, com percentuais de domingos e feriados.

BREVE HISTÓRICO
  Como surgiu o Dia do Professor
     Tudo começou com um decreto imperial, de 15 de outubro de 1827, que trata da primeira Lei Geral relativa ao Ensino Elementar. Este decreto, outorgado por Dom Pedro I, veio a se tornar um marco na educação imperial, de tal modo que passou a ser a principal referência para os docentes do primário e ginásio nas províncias. A Lei tratou dos mais diversos assuntos como descentralização do ensino, remuneração dos professores e mestras, ensino mútuo, currículo mínimo, admissão de professores e escolas das meninas.
     A primeira contribuição da Lei de 15 de outubro de 1827 foi a de determinar, no seu artigo 1º, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje, ensino fundamental) deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. Às meninas, sem qualquer embasamento pedagógico, estavam excluídas as noções de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc) para a economia doméstica.
     A Lei de 15 de novembro também inovou no processo de descentralização do ensino ao mandar criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império. Hoje, além da descentralização do ensino, para maior cobertura de matrícula do ensino fundamental, obrigatório e gratuito, o poder público assegura, por imperativo constitucional, sua oferta gratuita, inclusive, para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria (Inciso I, artigo 208, Constituição Federal)
     A Lei de 15 de outubro de 1827 trouxe, por fim, para época, inovações de cunho liberal como a co-educação, revelada através da inclusão das meninos no sistema escolar e que as mestras, pelo artigo 13, não poderiam perceber menos do que os mestres.
     A formação dos professores foi lembrada pela lei imperial. No seu artigo 5º, os professores que não tinham a necessária instrução do ensino elementar iriam instruir-se em curto prazo e à custa dos seus ordenados nas escolas das capitais.
     Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor. Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
     O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil .
     A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O VASAMENTO DAS PROVAS DO ENEM

     É verdade que o cancelamento da prova do ENEM trouxe muitos transtornos a uma massa de estudantes, em sua grande maioria jovens e adolescente, conseqüentemente ansiosos para vencerem essa etapa. Como é natural a grita foi geral, os jovens impulsionados por sua natural energia e disposição e vendo microfones e câmaras em sua frente, desceram o pau, no MEC e no governo. Afinal vão ter suas vidas alteradas, suas agendas mexidas a ameaça de coincidência da nova data com os vestibulares já agendado, etc, etc... Tudo isso mexe e muito com suas vidas, reconhecemos isso.
     Se o ministro Hadad, mantivesse a prova com esse vazamento, o desgaste não seria muitas vezes Maior? Por quanto esses bandidos venderiam um gabarito nas portas de escolas em São Paulo? Já pensaram nisso?   
     No Rio de Janeiro, já no dia 1º de outubro, os estudantes se reuniram nas escadarias da câmara de vereadores para fazerem seu protesto com roupas de bolinhas, nariz pintado e tudo o que tem direito, isso é ótimo, o problema é a quem é dirigido esse protesto: Ao MEC? Ao governo? A quem, afinal?
     Os jovens traziam em suas faixas textos que diziam “O Futuro da nação tratado com descaso”, “Respeitem os estudantes”, “Querem nos fazer de idiotas” entre outras. Todas essas reivindicações são pertinentes, porém a atitude, firme e sem vacilação do ministro Hadad, foi exatamente para que o futuro da nação fosse tratado com respeito e não com descaso, foi uma atitude em respeito aos estudantes e a sociedade em geral.
     Agora vamos ao X do problema, quem impôs esse desgaste ao governo? Logo no inicio das investigações da Policia Federal, parece-nos que as coisas vão se clareando, surge um empresário e publicitário Luciano Rodrigues (dono de pizzarias no JARDINS, bairro nobre de São Paulo), logo em seguida surge também Gregory Camillo de Oliveira Craid, esse cidadão trabalha como DJ em casas noturnas, como Moon Disco e The Week, e organizava uma festa na Daslu para este mês. Esse promoter de festas da Daslu tem um pai que é advogado, é diretor jurídico da Câmara Municipal de Barueri. O prefeito de Barueri é Rubens Furlan (PMDB), apoiado por Quércia, que apóia o governador tucano José Serra, e o prefeito paulista Gilberto Kassab (DEM). Depois surge o segurança, é lógico, tem que ter um Zé Ninguém para assumir o lado sujo do imbróglio, o nome do cidadão é Felipe Pradella contratado temporariamente a um mês para aplicação e logística da prova. Segundo o portal R7, em matéria veiculada em 06/10/2009, a advogada Claudete Pinheiro, que defende o segurança Felipe Pradella é amiga do DJ e promoter da DASLU Gregory Camillo de Oliveria Carid. O que nos deixa ainda mais intrigado é a Intenção do segurança segundo sua advogada Claudete Pinheiro: “ Eles queriam denunciar a fragilidade dos serviços prestados pela gráfica Plural. O Felipe não tinha noção de que vender esse tipo de matéria era crime”. Eles queriam fazer um ato nobre de defesa dos interesses e da ética da sociedade brasileira. É muita cara de pau não?
     Agora vamos desatar o nó; O Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção (Conasel) que ganha a licitação do EMEM contrata a Plural Gráfica e Editora(Gráfica da Folha de S.Paulo), para rodar as provas. Um segurança da gráfica (parceira da Folha de São Paulo), rouba matérias dos quais ele não tinha que ter contato, usa um promoter da DASLU, cujo pai é ligado a Quércia e conseqüentemente a Serra e ao Kassab e um publicitário e empresário dos Jardins Paulista, para tentarem passar o material para o jornal o Estado de São Paulo, porque não para Folha ( seus patrões), já que dizem serem pessoas simples e amadoras. A advogada do segurança, é amiga do promoter da DASLU. Não estariam tentando obscurecer o que está claro?
     Eu convido os estudantes, que exigem respeito para virarem suas baterias na direção certa, imprensa paulista, principalmente Folha de São Paulo e Estadão, por acharem que somos todos tolos.